Demais!!!!
terça-feira, 16 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Acabou?
Ornatos Violeta (feat. Vitor Espadinha) - Ouvi Dizer
Ouvi dizer que o nosso amor acabou
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma! (x3)
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido!
Sobre a razão estar cega
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu
Como eu não fui
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma! (x3)
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma! (x3)
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas... nos carros... nas pontes... nas ruas...
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Para nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!
Ouvi dizer que o nosso amor acabou
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma! (x3)
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido!
Sobre a razão estar cega
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu
Como eu não fui
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma! (x3)
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma! (x3)
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas... nos carros... nas pontes... nas ruas...
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Para nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!
terça-feira, 9 de março de 2010
nova fase!
domingo, 7 de março de 2010
Alice no país das maravilhas!
Este filme está do melhor...!!! Vi-o hoje e adorei...
Ao jeito de Tim Burton..
"Versão de Tim Burton para o clássico de Lewis Carroll.
Agora com quase 20 anos, Alice vai a uma festa vitoriana e descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Ela então foge, seguindo um coelho branco, e vai parar no país das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos, mas não se lembrava"
Ao jeito de Tim Burton..
"Versão de Tim Burton para o clássico de Lewis Carroll.
Agora com quase 20 anos, Alice vai a uma festa vitoriana e descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Ela então foge, seguindo um coelho branco, e vai parar no país das Maravilhas, um local que ela visitou há dez anos, mas não se lembrava"
sexta-feira, 5 de março de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Greve! 100%
Greve a 100% não vai afectar INEM
Serviços mínimos obrigam todos os enfermeiros escalados a sair em caso de emergência
IVETE CARNEIRO
Os enfermeiros das ambulâncias de suporte imediato de vida e dos centros de orientação de doentes urgentes cumprem um dia de greve. Com adesão esperada de 100%, mas sem efeitos práticos. Os serviços mínimos obrigam-nos a responder a qualquer emergência.
Sem meias-palavras, José Carlos Martins, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), resume lapidarmente as razões da paralisação de perto de 150 profissionais: "Até prova em contrário, o Instituto Nacional de Emergência Médica quer pô-los borda fora", trocando-os por "técnicos menos qualificados". A greve é por 24 horas e, garante, terá adesão total.
O SEP quer que o Ministério de Saúde venha, de uma vez por todas, explicar o plano que tem para a emergência pré-hospitalar. E pede a estabilização dos profissionais: em situação de mobilidade, esperam o lançamento de um concurso para integrarem o Instituto, depois de o que abriu no ano passado ter sido anulado por irregularidades. Sem esse concurso, muitos enfermeiros terão de regressar aos hospitais de origem, para não perderem o lugar nos mapas de pessoal.
A ausência de resposta do MS e do INEM, diz o sindicalista, confirma que "está em marcha um plano para substituir os enfermeiros". E já "a partir de Março nos CODU".
A verdade é que, por muita adesão que venha a ter, a greve não vai ter qualquer efeito prático. Sendo um serviço de saúde que cumpre "necessidades sociais impreteríveis", os sindicatos são obrigados a assegurar serviços mínimos. Ou seja, a ter um enfermeiro pronto a responder em caso de emergência. Ora, cada SIV tem apenas um enfermeiro por turno. "Em bom rigor, a greve não vai ter impacto real", admite José Carlos Martins. "Todos os que estão escalados estarão em greve, mas nos seus postos".
Uma paralisação assim desvirtuada visa apenas "demonstrar o estádio de insatisfação dos profissionais". E alertar as autarquias - a quem "ofereceram" SIV para compensar o fecho de serviços de urgência - com as quais o SEP entende hoje reunir para lhes explicar que a emergência pré-hospitalar é um "prolongamento" de um serviço de urgência e que é impensável imaginar uma urgência sem enfermeiros.
Jornal de Notícias.
Serviços mínimos obrigam todos os enfermeiros escalados a sair em caso de emergência
IVETE CARNEIRO
Os enfermeiros das ambulâncias de suporte imediato de vida e dos centros de orientação de doentes urgentes cumprem um dia de greve. Com adesão esperada de 100%, mas sem efeitos práticos. Os serviços mínimos obrigam-nos a responder a qualquer emergência.
Sem meias-palavras, José Carlos Martins, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), resume lapidarmente as razões da paralisação de perto de 150 profissionais: "Até prova em contrário, o Instituto Nacional de Emergência Médica quer pô-los borda fora", trocando-os por "técnicos menos qualificados". A greve é por 24 horas e, garante, terá adesão total.
O SEP quer que o Ministério de Saúde venha, de uma vez por todas, explicar o plano que tem para a emergência pré-hospitalar. E pede a estabilização dos profissionais: em situação de mobilidade, esperam o lançamento de um concurso para integrarem o Instituto, depois de o que abriu no ano passado ter sido anulado por irregularidades. Sem esse concurso, muitos enfermeiros terão de regressar aos hospitais de origem, para não perderem o lugar nos mapas de pessoal.
A ausência de resposta do MS e do INEM, diz o sindicalista, confirma que "está em marcha um plano para substituir os enfermeiros". E já "a partir de Março nos CODU".
A verdade é que, por muita adesão que venha a ter, a greve não vai ter qualquer efeito prático. Sendo um serviço de saúde que cumpre "necessidades sociais impreteríveis", os sindicatos são obrigados a assegurar serviços mínimos. Ou seja, a ter um enfermeiro pronto a responder em caso de emergência. Ora, cada SIV tem apenas um enfermeiro por turno. "Em bom rigor, a greve não vai ter impacto real", admite José Carlos Martins. "Todos os que estão escalados estarão em greve, mas nos seus postos".
Uma paralisação assim desvirtuada visa apenas "demonstrar o estádio de insatisfação dos profissionais". E alertar as autarquias - a quem "ofereceram" SIV para compensar o fecho de serviços de urgência - com as quais o SEP entende hoje reunir para lhes explicar que a emergência pré-hospitalar é um "prolongamento" de um serviço de urgência e que é impensável imaginar uma urgência sem enfermeiros.
Jornal de Notícias.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Lua!
- Pára lá com os elogios que começo a acreditar neles. Fico convencida e depois ninguém me atura.!
- Eu aturo!
- Aturas nada, vais fartar-te.
- Eu? Fartar? Nunca!
- Nunca digas nunca...
- És especial...e aturar-te é como olhar para a lua cheia...nunca me canso!
Obrigada por ainda me fazeres sorrir!
Beijinho meu "Jumbinho"
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